Meu nome é Marcos Wellington, natural de Divinópolis e desde 2004 morando em Belo Horizonte. Cresci no meio da costura — minha mãe, Maria Antônia, a Tonha, é costureira, estilista e modelista, e desde criança eu estava por ali: ajudando a comprar material, fazendo entrega, e de vez em quando até costurando. Roupa sempre foi presença de casa, não só profissão.
Na adolescência entrei no SENAI e segui pra mecânica, que virou meu sustento principal por um bom tempo. Também passei por fábrica de roupa, trabalhando como cortador. Mas a vontade de trabalhar com roupa — principalmente roupa personalizada, feita pra alguém específico — nunca foi embora. Em 2017 criei a Markest, uma loja digital de personalização, onde eu topava fazer estampa de praticamente qualquer coisa que pedissem. Hoje a Markest segue firme, mais focada em personalização de camisas.
Por que roupa pra quem faz música
A ideia da QUEM TOCA nasceu de uma pergunta simples, num show: por que existe tanta roupa falando sobre músico, mas nenhuma marca pensada pra músico? Camiseta de banda, estampa homenageando artista, isso é fácil de achar. Mas roupa que fala a língua de quem efetivamente toca, ensaia, carrega instrumento, vive de música — isso faltava.
Comecei a pesquisar nome e o que vender em abril de 2026, e foi daí que a QUEM TOCA começou a tomar forma: uma marca de moda autoral pensada por quem também vem desse universo — de casa de costureira a chão de fábrica — pra quem faz a música acontecer de verdade, não só pra quem escuta.
Quem toca essa marca
Por enquanto, sou eu sozinho em cada etapa: da criação das estampas ao site, da produção ao atendimento. Não é discurso de humildade, é o retrato exato de onde a QUEM TOCA está agora — uma ideia clara, tocada por uma pessoa só, crescendo aos poucos e com atenção em cada detalhe. Se um dia a equipe crescer, essa página cresce junto.